A mulher é um bicho doido
Que mordeu a tal maça
Conquistou direito ao voto
Botou fogo em sutiã
E a mulher que era ontem
Não é a mesma amanhã
Mulher é pura emoção
Chora por qualquer bobagem
Com cuidado pra que as lágrimas
Não lhe borre a maquiagem
Pois nunca mediu esforços
Quando o assunto é sua imagem
Mulher anda em shopping Center
E malha na academia
Gata selvagem à noite
Mãe amorosa de dia
Mas se o mal é a TPM
Acabou-se a alegria
Mulher Maria da Penha
Símbolo de resistência
Contra os homens que insistem
Em tratar com violência
Aquelas que nessa guerra
Lutam sem pedir clemência
Mulher é sempre elegante
Quase nunca entra em briga
Só desce mesmo do salto
Não importa o que se diga
Quando vê que seu vestido
É igual ao de sua amiga
Mulher é fruto do amor
Que como flor se revela
Sei que o sol nasceu pra todos
Mas brilha mais se é por ela
Que acredita em romance
Até quando é de novela
São seres superiores
Acredite quem quiser
Se por trás de um grande homem
Tem uma grande mulher
Melhor sairmos da frente
E se salve quem puder
segunda-feira, 8 de março de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Unidos da Muvuca
(Se vocês não sabem... O Kassab!)
Acabo-se o carnaval
E a unidos da tijuca
Comemora sua conquista
Espantando a uruca
Já na esfera da política
Nota dez só pra muvuca
Um desfile de denúncias
Onde o enredo nunca muda
Já não bastasse em Brasília
O mestre sala do Arruda
Em São Paulo o Fernandinho
É o novo Deus nos acuda
Velhas contas que não fecham
Dinheirinho de empreiteiras
Onde até a vice-prefeita
Sambou mexendo as cadeiras
E de cinza ficou preta
Outras tantas quartas-feiras
E nessa festa da carne
Fantasia não nos cabe
Pois o DEM Diz não saber
Pra que o circo não desabe
Mas que o povo está de olho
Isso até mesmo o “Kassab”
(Se vocês não sabem... O Kassab!)
Acabo-se o carnaval
E a unidos da tijuca
Comemora sua conquista
Espantando a uruca
Já na esfera da política
Nota dez só pra muvuca
Um desfile de denúncias
Onde o enredo nunca muda
Já não bastasse em Brasília
O mestre sala do Arruda
Em São Paulo o Fernandinho
É o novo Deus nos acuda
Velhas contas que não fecham
Dinheirinho de empreiteiras
Onde até a vice-prefeita
Sambou mexendo as cadeiras
E de cinza ficou preta
Outras tantas quartas-feiras
E nessa festa da carne
Fantasia não nos cabe
Pois o DEM Diz não saber
Pra que o circo não desabe
Mas que o povo está de olho
Isso até mesmo o “Kassab”
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Filosofia de boteco
Existe sempre a pergunta:
_Esse ano a coisa vai?
Pós crise internacional
E o balança mais não cai
Tudo me parece antigo
Tal Schumacher em Dubai
Seja na fórmula um
Ou na porta de um boteco
Tenho a nítida impressão
De viver um repeteco
Dos carnavais de outrora
Com pandeiro e reco-reco
Começar recomeçar
Outro ano de eleição
Mais uma copa do mundo
Torcer pela seleção
E mandar no Big Brother
Mais alguém pro paredão
Dizem que isso é pessimismo
E que eu penso negativo
Mas dizia o velho Einstein
Que o barato é relativo
Só o fato de pensar
Já me torna positivo
Sou um otimista nato
Sei que um dia tudo muda
Mas de novo esperar
Que o céu nos dê ajuda
É rever nosso país
Vivendo um Deus nos ARRUDA!
Já nem falo de cuecas
Panetones coisa e tal
Isso é coisa do passado
Virou assunto banal
Tal como um “viver a vida”
Novelinha de jornal
E antes que eu me afogue
Nessa cidade alagada
Fruto de descaso público
E do lixo na enxurrada
Vou deixar o meu pitaco
E abrir outra gelada
Se o Haiti é aqui
Pesando-nos sobre os ombros
Acho bom recomeçarmos
Livrando-nos dos assombros
Que escondem a esperança
Por debaixo dos escombros
Existe sempre a pergunta:
_Esse ano a coisa vai?
Pós crise internacional
E o balança mais não cai
Tudo me parece antigo
Tal Schumacher em Dubai
Seja na fórmula um
Ou na porta de um boteco
Tenho a nítida impressão
De viver um repeteco
Dos carnavais de outrora
Com pandeiro e reco-reco
Começar recomeçar
Outro ano de eleição
Mais uma copa do mundo
Torcer pela seleção
E mandar no Big Brother
Mais alguém pro paredão
Dizem que isso é pessimismo
E que eu penso negativo
Mas dizia o velho Einstein
Que o barato é relativo
Só o fato de pensar
Já me torna positivo
Sou um otimista nato
Sei que um dia tudo muda
Mas de novo esperar
Que o céu nos dê ajuda
É rever nosso país
Vivendo um Deus nos ARRUDA!
Já nem falo de cuecas
Panetones coisa e tal
Isso é coisa do passado
Virou assunto banal
Tal como um “viver a vida”
Novelinha de jornal
E antes que eu me afogue
Nessa cidade alagada
Fruto de descaso público
E do lixo na enxurrada
Vou deixar o meu pitaco
E abrir outra gelada
Se o Haiti é aqui
Pesando-nos sobre os ombros
Acho bom recomeçarmos
Livrando-nos dos assombros
Que escondem a esperança
Por debaixo dos escombros
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